UFC 115

No dia 12 de junho, Dana White e cia. desembarcam no Canadá para tentar, mais uma vez, convencer o povo local de que assistir homens brigando numa jaula é mais interessante que assistir homens de patins brigando no gelo, com o UFC 115.

Na luta principal da noite, Chuck Liddell retorna ao octógono para testar a eficácia de seu novo treinamento, que envolve um metódo pouco ortodoxo de malhação, contra o ex-professor de matemática e ex-campeão dos pesos médios, Rich Franklin.

Além de ambos serem ex-campeões, os lutadores têm em comum o fato de suas carreiras estarem em declínio. Liddell não luta há mais de um ano, vem de duas derrotas por nocaute, e chegou a ter sua aposentadoria anunciada por Dana White. Seus passatempos nos últimos meses demonstram pouco comprometimento com a carreira de lutador. Franklin, por sua vez, não conseguiu se encontrar depois de perder o cinturão para Anderson Silva. Não conseguiu se encontrar, literalmente. Depois de dois nocautes, acho que ele está procurando o caminho de casa até agora. Ultimamente vem se aventurando entre os meio pesados e categorias de faz de conta (catchweight), sem resultados expressivos.

Particularmente, eu torço para Chuck Liddell. Ver um professor de matemática tomar porrada é divertimento que não acaba. E se tudo der errado, Chuck ainda tem uma loira nua malhando na academia de casa.

Ainda no card principal, Mirko “Curupira” Cro Cop enfrentará Patrick Joseph Barry (alguém arruma urgentemente um apelido ameaçador para esse cara). Cro Cop tornou-se a escada dos peso pesados do UFC. Se você passar por ele, está apto a lutar entre os top da categoria, caso contrário, volta para o fim da fila. Barry está despontando no MMA, mas tem um extenso cartel no Kickboxing. O que chama a atenção nesta luta é que a maioria das vitórias de Barry foi via low kicks, enquanto Cro Cop tem o hábito de usar as pernas para causar danos cerebrais nas pessoas.

O evento contará ainda com outro combate de peso pesados: Ben Rothwell, ex-lutador da IFL e sósia do gordo da série “My Name is Earl”, contra o kickboxer holandês, Gilbert Yvel, mais conhecido por nocautear um árbitro do que pelas suas performances.

Entre os meio médios, mais dois combates: Carlos Condit vs. Rory MacDonald e Paulo Thiago vs. Martin Kampmann. Condit passou invicto pelo WEC e tem um cartel impressionante: 24 vitórias e 5 derrotas. Já Rory MacDonald, segundo a Wikipedia, é baixista da banda escocesa Runrig um lutador canadense que está invicto, e cujo cartel também chama a atenção: 10 vitórias, todas por nocaute ou submission.

Na segunda luta da categoria, Paulo Thiago irá encarar Martin Kampmann. O maior feito de Paulo Thiago no MMA foi ter nocauteado Josh Koscheck, o próximo na fila para disputa do cinturão. O dinamarquês Martin Kampmann é um cara duro. Não tanto pelas suas lutas, mas pelo fato de ter ficado consciente para registrar isso:

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Uma resposta to “UFC 115”

  1. Rafaloko Says:

    cara eu sou Rafaloko dono do kingforfight.blogspot.com vc nao ta afim de uma parceria???? manda Email p/ mim ou entra no meu blog no horário do meio dia vai na opção chat e conversamos por la o meu Email é kingforfight@bol.com.br abraços

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